Celebra-se hoje, 01 de Novembro, o Dia da Juventude Africana, sob o lema: “Jovens criando oportunidades transformadoras”.


Somos privilegiados por presenciar uma era de governação com ambição ao crescimento económico e a aceitação, inclusão de ideias diferentes sob comando do Presidente Filipe Nyusi, o qual passo a citar um dos seus pensamentos:

“Todas as ideias que possam fazer crescer Moçambique são válidas e não devem ser olhadas em função das cores partidárias, raciais, tribais e nem com base na religião”

A África é o continente mais pobre do mundo, onde a maior parte da sua população luta pela sobrevivência através de mecanismos mais precários. É um continente que é assolado por várias epidemias, com enfoque para a malária que continua a ser a principal causa da elevada taxa de mortalidade, e o HIV/SIDA com maior enfoque na África Austral.
A governação neste continente é feita por meio de políticas públicas em que encontramos nele um lugar fértil de Estados falhados, onde os golpes de Estado, as crises políticas pós-eleitorais, a corrupção, a exclusão, as guerras étnicas são a sua bandeira principal. Exemplos eloquentes são a Guiné-Bissau, República Democrática de Congo, Sudão, Nigéria, e recentemente Burkina Fasso.

Para a África, a importância e pertinência da participação da juventude encontra enquadramento e marco legal na “Carta Africana para participação popular no desenvolvimento e transformação” adoptada em 1990 em Arusha, na Tanzânia. Nela, os Governos Africanos reconheceram que a participação popular nos assuntos do seu interesse é um direito humano.

E embora a juventude perfaça cerca de 60% da população africana, a sua marginalização ou exclusão dos processos de tomada de decisão coloca sérios riscos à boa-governação e desenvolvimento, especialmente porque os principais desafios do desenvolvimento africano, como o desemprego, o HIV/SIDA, e o direito a habitação e a educação, têm maior impacto sobre esta mesma camada jovem.

É por essa razão que, a importância da inclusão da juventude em processos de tomada de decisão foi mais uma vez reforçada em 1995 aquando da Cimeira de Copenhaga, na qual os líderes africanos adoptaram a “Posição Comum Africana sobre o desenvolvimento humano e social”; e mais recentemente, pela Carta Africana da Juventude que foi adoptada pela Sétima sessão Ordinária da Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo africanos, realizada em Julho de 2006, em Banjul, Gâmbia..

Unidos, Fazemos Moçambique Desenvolver

Comments

Popular posts from this blog

Ganito Ernesto prepara a vitória da FRELIMO no comité de zona de Corromana

PR defende reformas judiciais para uma melhor resposta aos desafios do país

Administradora de Nicoadala orienta cerimônia do dia africano da alimentação escolar